{"id":981,"date":"2020-05-05T08:30:02","date_gmt":"2020-05-05T11:30:02","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sieg.com\/blog\/recuperacao-judicial-de-empresas\/"},"modified":"2020-05-05T08:30:02","modified_gmt":"2020-05-05T11:30:02","slug":"recuperacao-judicial-de-empresas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sieg.com\/blog\/recuperacao-judicial-de-empresas\/","title":{"rendered":"Recupera\u00e7\u00e3o judicial de empresas: entenda como funciona!"},"content":{"rendered":"<p>No Brasil, existem algumas ferramentas jur\u00eddicas e administrativas que com a finalidade principal de salvar neg\u00f3cios em risco, o que pode gerar preju\u00edzos para a economia. Uma delas \u00e9 o processo de recupera\u00e7\u00e3o judicial de empresas.<\/p>\n<p>Esse conceito est\u00e1 elencado no rol de oportunidades que s\u00e3o disponibilizadas para que empreendimentos brasileiros tenham tempo para se recuperar de dificuldades financeiras e voltar a suas atividades para pagar os credores e continuar operando.\u00a0Neste artigo, vamos mostrar de forma simples e detalhada como funciona esse processo, quais s\u00e3o as suas fases e os crit\u00e9rios para que um empreendimento tenha acesso a esse direito. Acompanhe!<\/p>\n<h2>O que \u00e9 o processo de recupera\u00e7\u00e3o judicial de empresas?<\/h2>\n<p>Trata-se de um instituto jur\u00eddico brasileiro\u00a0regulamentado pela lei 11.101\/2005 que tem por objetivo auxiliar as empresas que est\u00e3o em risco de fal\u00eancia e podem perder a capacidade de pagar suas d\u00edvidas, al\u00e9m de terem que encerrar suas atividades, gerando desemprego e mais problemas econ\u00f4micos.<\/p>\n<p>Esse procedimento serve como um aux\u00edlio para que a solicitante supere seus problemas financeiros mantendo a produ\u00e7\u00e3o e o emprego de\u00a0seu pessoal, o que gera receitas para cobrir os cr\u00e9ditos diversos que podem haver em seu nome.<\/p>\n<p>Voltando o olhar para a legisla\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria, o artigo 49 da lei mencionada determina que est\u00e3o sujeitos a recupera\u00e7\u00e3o judicial os cr\u00e9ditos fiscais que a devedora possui no momento do pedido de recupera\u00e7\u00e3o, mesmo que eles ainda n\u00e3o estejam vencidos.<\/p>\n<h2>Como funciona e quais s\u00e3o as suas fases?<\/h2>\n<p>Agora que voc\u00ea j\u00e1 entendeu o que \u00e9 a recupera\u00e7\u00e3o judicial e que ela pode ser clamada para solucionar problemas fiscais, mostraremos brevemente como funcionam as suas fases para que voc\u00ea tenha uma no\u00e7\u00e3o pr\u00e9via do procedimento antes de recorrer ao benef\u00edcio.<\/p>\n<h3>Postulat\u00f3ria<\/h3>\n<p>A primeira fase do processo de recupera\u00e7\u00e3o judicial, tanto no \u00e2mbito tribut\u00e1rio como nos demais procedimentos, \u00e9 a postulat\u00f3ria.\u00a0Basicamente, \u00e9 o momento em que o benef\u00edcio \u00e9 requerido perante a justi\u00e7a. Para tanto, o representante da organiza\u00e7\u00e3o deve apresentar os documentos exigidos no artigo 51 da lei mencionada.<\/p>\n<p>Nessa fase, o devedor apresentar\u00e1 o seu pedido de recupera\u00e7\u00e3o judicial, que deve ser acompanhado por um documento que comprove claramente as raz\u00f5es da sua solicita\u00e7\u00e3o,\u00a0demonstrando os motivos que levaram seu neg\u00f3cio \u00e0 crise, as d\u00edvidas que foram contra\u00eddas e alguns documentos, tais como:<\/p>\n<ul>\n<li>balan\u00e7os dos \u00faltimos tr\u00eas exerc\u00edcios e demais demonstra\u00e7\u00f5es <a href=\"https:\/\/www.sieg.com\/blog\/contabilidade-digital-entenda-mais-e-prepare-sua-empresa\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">cont\u00e1beis<\/a>;<\/li>\n<li>rela\u00e7\u00e3o de bens pessoais dos s\u00f3cios;<\/li>\n<li>rela\u00e7\u00e3o de bens da empresa, entre outros.<\/li>\n<\/ul>\n<p>Na fase postulat\u00f3ria, tamb\u00e9m s\u00e3o avaliados os requisitos b\u00e1sicos que possibilitam aos empreendimentos o acesso a esse direito, os quais ser\u00e3o mencionados em outro t\u00f3pico.<\/p>\n<h3>Deliberativa<\/h3>\n<p>Esta etapa \u00e9 marcada pela discuss\u00e3o e aprova\u00e7\u00e3o do plano de recupera\u00e7\u00e3o judicial. Ela ocorrer\u00e1 ap\u00f3s a verifica\u00e7\u00e3o dos d\u00e9bitos, bem como do deferimento por parte do juiz.<\/p>\n<p>Em outras palavras, \u00e9 nessa etapa que o empres\u00e1rio saber\u00e1 se o seu pedido de recupera\u00e7\u00e3o ser\u00e1 aprovado ou n\u00e3o.\u00a0Caso ele tenha cumprido todos os requisitos determinados pela lei, o magistrado proceder\u00e1 com todos os demais procedimentos.<\/p>\n<p>Ainda nessa fase, tamb\u00e9m ser\u00e1 nomeado um administrador judicial, podendo ser um advogado, economista, profissional da <a href=\"https:\/\/www.sieg.com\/blog\/7-fatores-para-considerar-no-fechamento-contabil-mensal-da-empresa\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">contabilidade<\/a> ou outro. Ele ter\u00e1 a fun\u00e7\u00e3o de coordenar todo o processo at\u00e9 chegar \u00e1 \u00faltima uma fase que discorreremos no pr\u00f3ximo t\u00f3pico.<\/p>\n<h3>Execut\u00f3ria<\/h3>\n<p>Nessa etapa, qualquer tipo de descumprimento de obriga\u00e7\u00e3o prevista no plano de recupera\u00e7\u00e3o judicial acarretar\u00e1 na imediata fal\u00eancia do neg\u00f3cio. Essa fase \u00e9 marcada pela fiscaliza\u00e7\u00e3o e cumprimento do plano que foi aprovado e discutido amplamente nas etapas anteriores.<\/p>\n<p>Aqui, os credores j\u00e1 estar\u00e3o reunidos e formar\u00e3o uma assembleia para decidir de forma un\u00e2nime pela aceita\u00e7\u00e3o ou n\u00e3o do plano de recupera\u00e7\u00e3o judicial que foi proposto. Sendo aceito, ser\u00e1 determinado pelo juiz que comece a fase de execu\u00e7\u00e3o, na qual o empres\u00e1rio se obriga a cumprir com todos os pontos determinados no plano.<\/p>\n<p><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-984\" title=\"recupera\u00e7\u00e3o judicial de empresas\" src=\"https:\/\/www.sieg.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/lou-levit-B4op5oZ4x5Q-unsplash.jpg\" alt=\"\" width=\"533\" height=\"356\" srcset=\"https:\/\/www.sieg.com\/blog\/wp-content\/uploads\/sites\/2\/2020\/05\/lou-levit-B4op5oZ4x5Q-unsplash.jpg 1024w, https:\/\/www.sieg.com\/blog\/wp-content\/uploads\/sites\/2\/2020\/05\/lou-levit-B4op5oZ4x5Q-unsplash-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.sieg.com\/blog\/wp-content\/uploads\/sites\/2\/2020\/05\/lou-levit-B4op5oZ4x5Q-unsplash-768x512.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 533px) 100vw, 533px\" \/><\/p>\n<h2>Quais s\u00e3o os crit\u00e9rios para que uma empresa possa clamar por esse direito?<\/h2>\n<p>A recupera\u00e7\u00e3o judicial exige alguns crit\u00e9rios.\u00a0O primeiro deles \u00e9 o m\u00ednimo dois anos de atividades empresariais. Al\u00e9m disso, o neg\u00f3cio n\u00e3o poder\u00e1 ter decretado fal\u00eancia.\u00a0Nos casos em que tenha falido recentemente, todas as pend\u00eancias junto aos \u00f3rg\u00e3os da administra\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria devem estar quitadas a partir de uma senten\u00e7a transitada em julgado.<\/p>\n<p>Os solicitantes tamb\u00e9m n\u00e3o poder\u00e3o ter requerido outro processo de recupera\u00e7\u00e3o judicial no prazo de cinco anos anteriores ao pedido atual nem terem sido beneficiados por um plano especial de recupera\u00e7\u00e3o nos \u00faltimos 8 anos. Por fim, tamb\u00e9m ser\u00e1 negado o pedido de solicitante que tenha infringido alguma norma prevista na lei de fal\u00eancias e recupera\u00e7\u00e3o judicial.<\/p>\n<p>Al\u00e9m desses pontos a serem observados, o empres\u00e1rio tamb\u00e9m deve ter a ci\u00eancia de que a quita\u00e7\u00e3o dos seus cr\u00e9ditos obedecer\u00e1 a uma ordem determinada pela pr\u00f3pria legisla\u00e7\u00e3o, n\u00e3o podendo ser descumprida em nenhuma hip\u00f3tese.\u00a0Nesse sentido, a ordem das quita\u00e7\u00f5es \u00e9;<\/p>\n<ul>\n<li>os cr\u00e9ditos trabalhistas s\u00e3o limitados a 150 sal\u00e1rios m\u00ednimos por credor, bem como os decorrentes de acidente de trabalho devem ter prioridade nos recebimentos;<\/li>\n<li>em seguida, surgem os cr\u00e9ditos que t\u00eam garantia real, limitados ao valor do bem gravado;<\/li>\n<li>ap\u00f3s a realiza\u00e7\u00e3o desses cr\u00e9ditos, o empres\u00e1rio deve arcar com as d\u00edvidas <a href=\"https:\/\/www.sieg.com\/blog\/conheca-as-obrigacoes-fiscais-da-empresa-que-voce-deve-observar\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">tribut\u00e1rias<\/a>, independentemente de sua natureza ou do seu tempo de constitui\u00e7\u00e3o, exceto no caso de multas <a href=\"https:\/\/www.sieg.com\/blog\/tudo-o-que-voce-precisa-saber-sobre-obrigacoes-fiscais-para-empresas\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">fiscais<\/a>;<\/li>\n<li>os pr\u00f3ximos itens da lista a receberem seus cr\u00e9ditos s\u00e3o aqueles que t\u00eam prioridade especial, como Micro e Pequenas Empresas, seguidos dos cr\u00e9ditos com privil\u00e9gio geral;<\/li>\n<li>depois, s\u00e3o quitados os pagamentos considerados cr\u00e9ditos quirograf\u00e1rios;<\/li>\n<li>por fim temos as multas contratuais e penas pecuni\u00e1rias oriundas de infra\u00e7\u00e3o penal ou administrativa, bem como as multas tribut\u00e1rias e os cr\u00e9ditos subordinados, todos nessa ordem.<\/li>\n<\/ul>\n<p>Como voc\u00ea p\u00f4de perceber, o processo de recupera\u00e7\u00e3o judicial de empresas \u00e9 amplo e pode ser demorado, dependendo do tamanho da d\u00edvida e do n\u00famero de credores. No entanto, tratando-se de cr\u00e9ditos tribut\u00e1rios, pode ser uma excelente oportunidade para recuperar a capacidade produtiva de seu neg\u00f3cio.<\/p>\n<p>Se voc\u00ea gostou deste artigo e quer continuar aprendendo um pouco mais sobre outros assuntos importantes para o seu neg\u00f3cio, confira outro post de nosso blog que preparamos para voc\u00ea. Nele, <a href=\"https:\/\/www.sieg.com\/blog\/obrigacoes-acessorias\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">vamos mostrar o que s\u00e3o obriga\u00e7\u00f5es acess\u00f3rias<\/a>.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/conteudo.www.sieg.com\/videos-das-lives\" rel=\"https:\/\/conteudo.www.sieg.com\/videos-das-lives\"><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-975 size-full\" title=\"lives da sieg\" src=\"https:\/\/www.sieg.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/Assista-as-nossas-lives.jpg\" alt=\"\" width=\"560\" height=\"315\" srcset=\"https:\/\/www.sieg.com\/blog\/wp-content\/uploads\/sites\/2\/2020\/04\/Assista-as-nossas-lives.jpg 560w, https:\/\/www.sieg.com\/blog\/wp-content\/uploads\/sites\/2\/2020\/04\/Assista-as-nossas-lives-300x169.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 560px) 100vw, 560px\" \/><\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No Brasil, existem algumas ferramentas jur\u00eddicas e administrativas que com a finalidade principal de salvar neg\u00f3cios em risco, o que pode gerar preju\u00edzos para a economia. 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